Everything has changed.

As vezes, precisamos apenas descomplicar. Lutar e não ceder aos seus próprios vícios de criar tumores onde nunca existiu nada além de saúde. De fato, devemos nos aceitar como somos e, se temos a tendência ao pessimismo, não soa bonito trancar essa mania dentro de nós e alimentá-la a pão e água. Acho que o mais sensato é libertá-lo, mas torná-lo inaudível. A grande sacada é que nós não precisamos escondê-lo, e sim nos distrairmos. A voz ainda vai te dizer que não vai dar certo, mas ela vai se tornar completamente dispensável se uma melodia bonita tocar ao mesmo tempo. O quadro ainda vai deixar a parede completamente morta, mas nada que uma coleção completamente maravilhosa no andar de cima não te faça relevar. 

Eu não sou a rainha da razão, mesmo que seja difícil admitir. Eu não sei se estou tão certa quanto sinto. Entretanto, nisso, eu assino embaixo: as vezes nós precisamos deixar as coisas acontecerem. Sem colocar o carro na frente dos bois, a cabeça na frente do coração, o coração na frente do destino. Independente da sua vontade, o que tiver que acontecer, acontecerá. Então, por que diabos insistir em brincar de ser o dono do controle remoto?

Vale mais uma tarde incrível olhando o mar, que te lembra do quão insignificante você pode ser diante do planeta inteiro, do que horas se revirando ansiosa por qualquer questão que, apesar de tudo, nunca vai estar ao seu alcance. 

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Live’s for the living.

Então, como em um daqueles filmes, eu falei tudo que veio a mente e cogitei, por motivos óbvios, que a gente iria longe. Afinal, a menina se declara, tagarelando absurdamente, e o mocinho enxerga que ele vai perder uma baita oportunidade se não topar. 

O que ela oferece? Andar de mãos dadas, tirar aquelas fotos bestas, caminhar por lugares românticos e jantar sempre em lugares diferentes para não cair em rotinas chatas. Transformar o casual em algo inesquecível, fazer uma seleção de músicas para cada viagem, conhecer sentimentos jamais sentidos antes. Surpreender. Ser. Viver. O cara só precisa virar uma espécie de travesseiro para os domingos a tarde e olhar bem fundo nos olhos quando ela quiser se sentir ouvida, lida, compreendida. Seria cabível, e até necessário, que ignorasse alguns momentos também. Ninguém é perfeito. Pois é, o pacote ofertado acoplava o tal do “aceitar tudo, inclusive os defeitos” e o “amar e jurar de dedinho não deixar a mesmice do dia a dia alcança-los”. Sem contar o brinde, um coração puro e esperançoso apto para qualquer coisa.

Sem pressões, o cara, se fosse o mocinho, riria e talvez apertaria os ombros da protagonista em resposta ao sentimento ansioso que ela estaria demonstrando. Foi um beijo, não um compromisso eterno, e ele explicaria isso com toda a paciência do mundo. Não correria, fugiria ou acharia que era um bicho de sete cabeças em forma de gente. Ele só suspiraria e acharia cômico, afinal, como pode caber tanto despreparo em uma mente só? Claramente ela precisava de alguém que a colocasse para andar no lado de dentro da calçada, alguém que a ouvisse e a olhasse de verdade. O mocinho se sentiria destinado, talvez, desafiado a isso. E não, ele não acharia um absurdo, uma loucura, ou até mesmo responsabilidade demais. Era só uma menininha que achava que sabia de algo, e isso ficava explícito assim que ela abria os lábios. 

En

tre

tan

to, 

cogitei errado. Você não é o mocinho.

Hapiness.

Certos pensamentos nos tiram o fôlego. Certos sentimentos nos tiram o chão. Certas lembranças nos tornam mais fortes. Certas atitudes nos arrancam experiências. Certas felicidades soam tristezas. Certas tristezas imitam felicidades. Certos olhares nos acrescentam uma vida. Certos personagens nos tornam reais. Certas despedidas nos transformam. Certos desconhecidos nos fazem existir. Certas palavras nos fazem invisíveis. Certas músicas zombam de medos. Certos enredos consomem narradores. Certas inseguranças são verdadeiros impedimentos. Certos erros nos fazem pessoas melhores. Certas estradas mudam nossas casas. Certos pensamentos destroem nossa alma.  Certas pessoas são mais vivas do que outras. Certas danças iluminam os bailes. Certas decisões são muralhas entre o que foi e o que será. Certos românticos ressuscitam o mundo. Certos frígidos mantém a lucidez social. E que os Beatles me perdoem, mas certos “help!” precisam ser respondidos com o velho “let it be”, afinal… “Here comes the sun”.

Certos… Certas… Errados… Erradas… Livres.

E se eu fosse de fato forte, não teria escrito nada disso, não teria refletido, não teria visto o sol me acolher tão docemente. Certos dias, como esse, nos fazem notar como a fraqueza não é tão ruim assim e há muito o que aprender sobre o “estar vulnerável”.

Confesso…

Eu sei que eu não tenho a mínima vocação para a eternidade do lado de ninguém. Sim, eu admito, sou efêmera. Só que reforço, humildemente, que talvez a culpa não seja minha. Talvez a efemeridade seja uma realidade até ter alguém que me faça ficar. Talvez um olhar me prenda, duas mãos me segurem, um cheiro me hipnotize. Isso me faz ter esperanças, afinal, a vida teria algum sentido. Os corações quebrados teriam finalmente uma explicação. Minha cabeça teria um ombro para descansar, minha nuca uma mão para pertencer, minha alma alguma companhia para um fim de tarde e um começo de dia. Meu maior desejo é poder sorrir, rir, fazer brincadeiras e não sentir que falta alguma coisa. Definitivamente, cansei de ir conferir e faltar algo na lista de satisfação. Eu não peço um cara perfeito, uma vida maravilhosa e um cabelo sempre penteado. Eu, humildemente, só quero me sentir satisfeita. Seja aprendendo, seja sendo. Meus olhos se fecham, um suspiro nasce no meu pulmão e termina no meu espírito: que assim seja, e que seja logo.

Minha monalisa.

Tinha olhos tristes, um coração e uns trocados no bolso. Mais de 15 anos, menos de 20. Carregava fardos inimagináveis que disfarçava em sorrisos ensaiados com fervor. Era profunda. Pergunto-me o que sonhava, ou se ousava tentar. O que pediria? O que carregava em sua alma? Um narrador observador é quase sempre alguém frustrado, pois detalha com perfeição um ser que jamais conseguirá tocar como deseja. Todavia, me obrigo a aceitar que tudo tem um motivo. Se me fizesse onisciente, a doce menina perderia seu esplendor e seria apenas mais uma personagem que é misteriosa para quase todos. Ah! Palavra sem graça, sem cor! Palavra estraga prazeres! Eu sempre evitei todos os “quase” que poderiam aparecer pelo caminho, então, garota, continue indecifrável. Sentada, sorrindo, vivendo e cantando. Não se esqueça de viver, e nem de deixar seus sonhos acima da realidade. Não se afogue, não se solte, acredite. Qual é a graça de tocar uma música sem sentir cada verso, cada mudança de tom? Qual o sentido de caminhar por cima dos carros e não tirar o sapato? Sentir-se livre, sim, de todos e de tudo. Não precisa se adaptar, não enquanto não estiver pronta. Feche os olhos durante sua primeira queda, mas não perca a oportunidade de observar tudo, em uma próxima vez. Sim, tudo tem uma segunda vez, mesmo as coisas ruins. Pode não ser você, chame de versão 2.0, 2.1, mas acontecerá novamente, então trate de aprender a lidar de forma diferente para fugir de uma terceira. Ouça músicas e saiba que na vida você não precisa ter somente uma. O botão “repeat” só vai ser pressionado com a sua permissão. A mesma coisa com os amores. Tenho raiva de quem ditou os corações como escravos da certeza de amar uma vez, tornando todos os outros envolvimentos simples histórias de livros infantis. Cada pessoa que acrescentou algo, com beijos ou não, pode e deve ser lembrada na lista do amor. Você é livre o suficiente para se entregar quantas vezes quiser, mas cuidado para não derrubar o pote inteiro de disposição, fé e criatividade na primeira esquina em que se jogar. Vá em paz. Como eu costumo pensar, ditar, aconselhar… Faça tudo no ritmo em que seu coração bate ao ler essas palavras. Calmo, suave, livre. Eu detesto usar a palavra “liberto”, mesmo ela me atingindo os pensamentos em alguns momentos, pois creio que nascemos livres. O livre arbítrio nunca me soou uma mentira. Você pode ser o que e quando quiser, basta descobrir isso. Basta… Achar dentro de você a força, se realmente tiver vontade. Alguns estudiosos suspirariam ao ler essas palavras, mas eu os desafio. Assim como desafio nossa inspiração da noite, a corajosa menina do sorriso treinado. Se libertem desses pensamentos de que isso é impossível. A vida não faz o mínimo sentido sem superação, sem sairmos de nossa zona de conforto, sem tentarmos e sermos desafiados. Cada um com seu máximo, mínimo, cada um com seu ritmo. Vivam, mesmo que achem essa possibilidade um mito inventado. Isso, é a única coisa que vocês só poderão fazer uma vez.

Auto retrato.

Ah, falar sobre ela? Eu posso… Tentar.

Cabelo curto, dois olhos, uma boca e um gosto especial pelo verbo “caminhar”. Sentia-se, quase, uma personagem da Jane Austen, mas não tinha uma mãe esbaforida e muitas irmãs. Por sinal, tinha um carinho especial por sua genitora, que era sua melhor amiga, e uma vontade de nunca sair de perto de sua amiga de sangue, com quem compartilhava de uma compreensão maior do que sua própria vida.
Não conseguia andar pelas ruas de seu bairro sem tentar se equilibrar sobre os canteiros vizinhos e não chamava muita atenção nesse aspecto, era apenas uma menina. Suas amigas, por outro lado, vestiam-se como mulheres e agiam como tal. É interessante ser uma observadora dessas transformações, mas ao mesmo tempo um tremendo desconforto, pois sentia-se atrasada e desigual. Estar no meio da multidão camuflada é dez vezes melhor, já dizia um sábio desconhecido, mas nesse caso ela era a garota que estética e emocionalmente não tinha passado pela metamorfose do amadurecimento. Continuava com os vestidos de cores claras, as tranças, os comentários indevidos e a transparência fluida no olhar. Não sabia conter sentimentos, muito menos frases. Por que, afinal, jogar e falar por enigmas? Nada, aos seus olhos, era mais fascinante do que a verdade. Além de, sinceramente, não gostar de perder tempo. Um frio característico habitava seu estômago cada vez que dentro dessas análises tinha medo de nunca mudar.
Tinha uma feição comum, era magra e cantava na frente do espelho. Era feliz. Mesmo triste, preocupada, ansiosa, ela era feliz. Seu pai a ensinou, dentro dos incansáveis e carinhosos sermãos, o quão importantes eram os sonhos pessoais e, sem nem perceber, ela acabara por pegar o gosto de viver nesse ritmo aéreo. De nuvem em nuvem, suas maiores aspirações estavam estampadas em sua alma. Salvar o mundo, viver um grande amor, conseguir ser mais organizada. Entretanto, nem só de desafios vive uma pessoa, então ela passava boa parte do tempo aproveitando a única parte da vida que fazia sentido aos seus sentidos: os relacionamentos. Seja com sua família, seus amigos, seus romeus… Seus dias eram preenchidos de risadas, dramas, preocupações. Por que seria de outra forma? Não se preocupava com o amanhã mais do que com o hoje e adorava dançar, escondendo sua timidez no silêncio da solidão de seu quarto. Ela era livre. Se a liberdade existisse de fato ou fosse o tal mito mais cruel do mundo, no fundo não importava. Ela tinha algo que se parecia o suficiente e compensava qualquer questão. Nossa personagem era cheia de erros, não se engane. Sarcástica, meio chata, implicante e sincera, pode existir combinação mais insuportável? As pessoas que passaram direto por ela dizem que não, mas os que ficaram… Ah! Esses tem consigo os segredos que fazem sua companhia tão querida. Particularmente, era só a protagonista de uma vida que tinha como objetivo alcançar a famosa paz interior, que seria a cura para aceitar pelo menos seus defeitos mais amenos, como não ter a mínima noção de ritmo.
Em uma última ressalva, gostava de comer batata frita e ficar horas vendo filmes com direito a comentários engraçados, sérios, dramáticos e sinceros. Não gostava de ficar calada, isso era um fato. Entretanto, com o tempo e com as observações, havia aprendido que essa qualidade, ou vinha no DNA, ou teria que ser acoplada a ele durante a vida. Tatuaria, se pudesse, “equilíbrio” em algum lugar de seu corpo, como lembrete e lema de vida. Não acreditava em “voltas”, aquele pensamento de que se não serve hoje, pode servir amanhã. Todavia, nutria uma admiração pelo que demora a acontecer, leva um tempo para ficar pronto, o velho “ficar na geladeira”. Aprendera com a experiência a se desvincular do passado, mas ganhara um apego especial por seu ipod e sua playlist. Ela gostava de outras dimensões, onde somente a sua mente comandava o que era e não era verossímil. Tinha um caderno, especial, e um sorriso verdadeiro, apesar de seu espírito crítico e firme. Queria ter um coração cada vez maior, pois no mundo haviam cada vez mais desabrigados. Era livre, feliz e sonhadora, mas tinha um segredo. Se o coração está onde é a sua casa, ela não tinha a menor ideia de onde morava. Ah! Fã de U2.

Eu jurei que não iria falar mais de amor por aqui durante alguns dias, jurei mesmo, na frente do espelho e tudo. Senti que estava focada demais nisso, mesmo tendo tantas coisas importantes em mente. E lá estava a Raquel, tentando ser oradora, sendo mais sensível ainda aos acontecimentos cotidianos – ou seja, apta a criticar ou elogiar os bons dias e a falta deles – e descobrindo como é ter um sonho e ter que correr atrás dele com noites mal dormidas e leituras extensas – estudando para a UERJ-, quando de repente uma enxurrada de comentários e conversas escutadas começaram a incomodá-la. Exatamente da forma como incomoda ler alguém falando sobre si na terceira pessoa, acredite!

Eram tantas palavras complexas e sentimentos profundos em apenas uma frase que eu lembro como se tivesse sido há quinhentos anos atrás, mas a pessoa me falou sobre como não estava pronta para amar e sofrer todo o terror de novo. Sim, o mesmo blábláblá que eu já encontrei em tudo quanto é canto do mundo. Eu já superei essas ideias, mal formuladas, que me soam uma total perda de tempo. Então, resolvi escrever um pouco sobre o que eu acho que é – na minha humilde vivência – o tal do amor.

Cada vez mais familiarizada com relacionamentos, notei que não importa se seu coração palpita ao vê-lo chegar ou não, e sim o quanto você faz questão de que ele de fato esteja ali. Não importa, mesmo, se ele é seu sonho de consumo ou não, mas é essencial que vocês vivam um sonho em comum. A propriedade diz que um relacionamento só é incrível se for sonhado pelos dois e não só por você, ou ele, com os tais moldes que tem raízes na vida de solteiro e são geralmente mais idealizados que um romance do Álvares de Azevedo. Conclui, também, como damos trela para as piores atitudes dentro de nós. Amor é, definitivamente, pensar no outro. Não é achar que estar com alguém é simplesmente continuar a vida anterior, mas agora acompanhado. Definitivamente não tenho como objetivo dizer que é necessário viver em função da pessoa, mas lembre-se constantemente que você não está mais sozinho nesse barco. Se for brincar de Titanic na hora errada, é capaz de que um inocente morra e você continue aí – vivinho da silva – sem nem saber o que fez de errado. Já cometi muitos erros, mas sabe o mais bonito? O amor é desses que quando aparecer, não vai te obrigar a mudar e transformar-se em um certinho engravatado de uma hora para a outra. Ele vai te fazer querer esse aprimoramento, ele vai te fazer querer crescer. O bonito mesmo é estar em sintonia, em harmonia. Amar é, primeiramente, estar equilibrado e cheio de coisas boas dentro de você. Sim, é surreal como tem gente por aí que não sabe nem o que é acordar sorrindo e quer sentar logo na janela – pedindo um amor com direito a final feliz e mais um pouco – sem nem pestanejar! Sem querer querendo, serei quase contraditória ao dizer que quanto mais o ser humano raciocinar e colocar na ponta do lápis o tal do sentimento, melhor. Porque ao mesmo tempo que nós notamos como é bobeira querer aquele gato que tem o sorriso maravilhoso que não aguentaria nem seis meses do seu lado, podemos valorizar ainda mais o que te aguenta com a pior cara, o humor mais ácido e o maior drama guardado no bolso de vez em quando.

Amar tem muito a ver com timing, mas também com força de vontade. Se o ser humano quiser, e acontecer no tal do timing, eu aposto cinquenta pilas como esses aí viverão os momentos mais inesquecíveis que o céu pode reservar. É engraçado, mas antes eu tinha uma negação enorme com a tal da vontade. Sei lá, me soava tão forçado! Entretanto, meu caro, isso tem a ver com não pular do barco e acabar se afogando, além de abandonar alguém em plena tempestade.

Se bem que, sinceramente, cada um sabe bem o que faz. Certos afogamentos são necessários para aprendermos a nadar, ou a nunca mais pular de novo. Eu acho que finalmente optei por só entrar em barcos conferindo todos os cantinhos antes, decidi que não gostei de sentir a água entrar e deixar a agonia de não saber para onde ir me dominar durante dias. Um afogamento, não literal, mata – aos poucos – toda a nossa capacidade de raciocinar e viver lindamente de novo. Felizmente, cá estamos nós, inteiros e adubados, porque todos os conselhos – de merda ou não – servem para deixar-nos cheios de esperança e fé novamente.

Amar é sempre acreditar, sim, que dois podem vencer um mundo inteiro. É sorrir, sim, mais do que tudo! É ter vontade de conversar até com o padeiro sobre como é bom ter alguém para conversar e beijar depois, ou antes, ou durante. É se sentir um castigo e um abrigo ao mesmo tempo, é abrir exceções, aprender a viver de uma forma completamente nova e incrível. É descobrir coisas no olhar do outro, esquecer outras e inventar mais algumas. As esquinas virarão folhas em branco, assim como cada canto que vocês resolvam enfeitar com beijos, conversas e teatros. O amor é um segredo que todos pensam saber, mas só pensam. Ele é uma tatuagem. Pode ser de henna, pode ser eterna, você só vai saber quando a tempestade e o tempo vierem, então o seu dever é ficar preparado. Se sair, faz mal não. Tem sempre mais tinta por aí, mais chances, mais inspirações. E se não chegar nem a borrar… Aí você pode espalhar por aí que você tirou a sorte grande e que a dona do hiperbolei te admira eternamente.