Everything has changed.

As vezes, precisamos apenas descomplicar. Lutar e não ceder aos seus próprios vícios de criar tumores onde nunca existiu nada além de saúde. De fato, devemos nos aceitar como somos e, se temos a tendência ao pessimismo, não soa bonito trancar essa mania dentro de nós e alimentá-la a pão e água. Acho que o mais sensato é libertá-lo, mas torná-lo inaudível. A grande sacada é que nós não precisamos escondê-lo, e sim nos distrairmos. A voz ainda vai te dizer que não vai dar certo, mas ela vai se tornar completamente dispensável se uma melodia bonita tocar ao mesmo tempo. O quadro ainda vai deixar a parede completamente morta, mas nada que uma coleção completamente maravilhosa no andar de cima não te faça relevar. 

Eu não sou a rainha da razão, mesmo que seja difícil admitir. Eu não sei se estou tão certa quanto sinto. Entretanto, nisso, eu assino embaixo: as vezes nós precisamos deixar as coisas acontecerem. Sem colocar o carro na frente dos bois, a cabeça na frente do coração, o coração na frente do destino. Independente da sua vontade, o que tiver que acontecer, acontecerá. Então, por que diabos insistir em brincar de ser o dono do controle remoto?

Vale mais uma tarde incrível olhando o mar, que te lembra do quão insignificante você pode ser diante do planeta inteiro, do que horas se revirando ansiosa por qualquer questão que, apesar de tudo, nunca vai estar ao seu alcance. 

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