But my heart told my head… No.

Você pode me dizer quantas estrelas tem no céu, e se a cor dele é mesmo azul? Confirme se a gente precisa mesmo ter hora para tudo, ou se é necessário não ter nada, nem mesmo um simples reloginho de pulso. Converse comigo, opine sobre política, religião e futebol, tente fugir do clichê ao sentar do meu lado. Acabe com isso de falar como a gente escreve, só solte suas frases sem sentido bem pertinho do meu ouvido em um abraço infinito. Perdoe meu jeito romântico e ao mesmo tempo tão cético, meus quilômetros rodados me tornaram experiente e isso é ruim ao mesmo tempo que  consegue ser incrível. Saber como as coisas tendem a terminar me faz ter uma noção enorme de como a gente deve valorizar enquanto o fim não foi premeditado, não foi dado como único remédio, não foi… escrito. Vê se fica! Por favor, fica. É engraçado viver de olhar em olhar, mas é extremamente frustrante não se encontrar dentro de nenhum por mais de cinco minutos. Vamos nos olhar bastante, fitar até não poder mais, aprender a sorrir o sorriso do outro e viver sem arrependimentos. Viver de versinhos, criar frases inimagináveis e caminhar em um ritmo de modo que a semana passe rápido, mas a vida vá devagar.

Tenha como objetivo me fazer parar de agir como se tudo no amor fosse um tiroteiro? As luzes, o barulho, a rapidez, o medo, a constante ameaça fatal, mesmo que o perigo esteja mais longe do que pareça. Quero parar de me esforçar para ser amada. Quero parar de cometer erros tão recheados de hipocrisia. Seja um abrigo. Perdoe a tagarelice, o estalar de dedos, a vontade incontrolável de andar por cima dos canteiros. Supere as dificuldades, por mim e por você. Elas sempre vão existir, sabe? Aceite minhas músicas, mas me apresente as suas. Brigue se precisar, nunca fui a favor de relacionamentos onde vive a imutabilidade dos dois envolvidos. Saiba mudar, saiba acreditar, saiba… não desistir.

Ache-me um charme, aliás, ache-me. Ame-me nos dias bons e ruins, aliás, ame-me. Tente me fazer rir, aliás, tente.

Roube-me suspiros, aliás, roube-me.

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